O exemplo de fora

Só para constar: o meia Sissoko, da Juventus, apesar da falta digna de cartão vermelho cometida sobre Yepes no jogo contra o Chievo, domingo passado, não será submetido à “prova televisiva”, não será julgado por tribunal algum e não será suspenso do confronto contra o Genoa, nesta quinta.

O que faz todo sentido.

Sabem por que? Porque o árbitro viu o lance e fez seu julgamento na hora, ainda que errado. E na Itália, se o árbitro viu, as imagens da TV não têm poder para mudar coisa alguma. A decisão do árbitro, mesmo equivocada, é soberana. E, podem estar certos, o árbitro pagará por seu erro.

Pode parecer estranho, mas acho essa a melhor forma de não deixar a coisa descambar para a palhaçada e para o descrédito absoluto, como são os julgamentos do nosso STJD.

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Sobre Gian Oddi

Jornalista, é hoje comentarista dos canais de televisão ESPN e ESPN Brasil. Trabalhou por sete anos como editor da revista e do site de Placar. Em duas passagens pelo portal iG, onde esteve por mais de cinco anos, foi editor de esportes e editor-executivo de esportes, ciência e tecnologia. Morou por um ano em Roma, produzindo matérias para a Placar e outras publicações da Editora Abril. Do Brasil, foi colaborador do diário espanhol Marca. Editou por seis anos o blog A Bola na Bota, sobre futebol italiano.
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